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Artigo: Tristeza ou depressão?

Texto da psiquiatra Gabriela Bardini

Publicado 04/01/2018 11:01

Em 2017 tivemos a depressão como tema do Dia Mundial da Saúde, promovido pela Organização Mundial de Saúde, com o intuito de conscientizar e orientar as pessoas sobre a doença que é hoje a principal causa de incapacidade no mundo. Os dados são alarmantes, estima-se que 11% da população apresentará pelo menos um episódio depressivo durante a vida, sendo a idade média de início por volta dos 25 anos e acometendo duas vezes mais mulheres do que homens. Mas a depressão pode ser confundida com o sentimento de tristeza e gerar dúvidas acerca do quadro. E na verdade, qual é a diferença entre tristeza e depressão? 

A tristeza é um sentimento normal, momentâneo, reativo a situações negativas e fundamental para elaboração de perdas ou sofrimentos ocasionais. Quando vivenciamos um evento como perda de emprego ou falecimento de um ente querido, passamos por uma fase de sofrimento e angústia, que pode se prolongar por um período de tempo até conseguirmos retornar a nossa rotina habitual. Agora, se este sentimento torna-se constante e começa a trazer prejuízos na rotina da pessoa, pode caracterizar depressão. 

Na depressão, além da tristeza constante a pessoa pode apresentar sintomas como dores pelo corpo, desânimo, cansaço, desesperança, falta de prazer pela vida, insônia, irritabilidade, dentre outros sintomas. É importante reconhecermos os sintomas e procurar auxílio profissional. Geralmente as pessoas buscam auxílio no psicólogo, médico clínico geral ou psiquiatra, e em todas as situações o profissional irá avaliar os sintomas e então, iniciar o tratamento ou encaminhar ao profissional responsável. Nem sempre será necessário o uso de medicações para o seu tratamento. A doença pode ser classificada em leve, moderada ou grave e receber diferentes indicações de tratamento, como psicoterapia, fitoterápicos e/ou psicotrópicos.

Ainda hoje há muito preconceito em relação às doenças mentais e por isso muitas pessoas deixam de receber diagnóstico e tratamento adequados. Quanto menor o estigma em relação às doenças mentais, maior busca ao tratamento, maior apoio familiar e melhor é a recuperação da pessoa.

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